As músicas, os lugares, os beijos e abraços escondidos do mundo, e ausentes dele, quando mais nada parecia importar. A vida é feita de escolhas, e fizemos as nossas. Escolhemos pessoas, escolhemos mentir, escolhemos não deixar escolhas, escolhemos não saber viver um grande amor. E tudo acabou.
Hoje é tempo de renascer, movimentar a vida, aproveitar a solidão de ser, pedir desculpas às pessoas que foram esquecidas pelo egoísmo do nosso amor. E aprender, já que tendo aprendido, tudo valeu a pena.
Amamos, em tempos diferentes, em tempestades, intempestivamente. Permitimos ser infantis, mas nesse jogo maluco, perdemos a noção dos limites. Enquanto houver uma pessoa no mundo que confie em uma outra, haverá uma forma de amor e, portanto, haverá amor, já que a confiança é irmã do cuidar, do querer bem. Ela é necessária ao amor, senão, é loucura.
Uma representação do amor chegou ao fim, mas só acabou porque existiu. Agradeço por um dia ter te amado, agradeço por estar aberto a tantos aprendizados, bons e ruins, ambos que deixaram marcas profundas na minha alma, que agora as começo a depurar.
Posso solo parlarti d'amore, ma non dirti che ti amo. Tu potresti dire: ma allora non mi ami! Che razza di amore è quello in cui l'innamorato non dice la frase più bella che la donna che lo ama vuole sentire?















Algumas dicas do que pude sentir sobre como se virar bem em Buenos Aires: